Quais são os direitos de quem vive em união estável?
Direito de Família

Quais são os direitos de quem vive em união estável?

A união estável é uma forma de constituição de família reconhecida pela legislação brasileira e garante uma série de direitos e deveres aos companheiros.

Apesar disso, muitas pessoas ainda acreditam que apenas o casamento gera proteção jurídica. Essa ideia é equivocada. Dependendo da situação, quem vive em união estável pode ter direitos relacionados ao patrimônio, herança, pensão, alimentos e benefícios previdenciários.

Neste artigo, explicamos quais são os principais direitos de quem vive em união estável e por que a formalização da relação pode trazer mais segurança jurídica.

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Sofri um golpe pelo Pix. O banco é responsável? Entenda seus direitos
Direito Civil

Sofri um golpe pelo Pix. O banco é responsável?

O Pix trouxe praticidade para milhões de brasileiros, mas também se tornou um dos meios mais utilizados por criminosos para aplicar golpes financeiros.

Diante desse cenário, uma dúvida é muito comum: se fui vítima de um golpe pelo Pix, o banco é responsável pelo prejuízo?

A resposta é: depende das circunstâncias do caso. Em determinadas situações, a instituição financeira pode ser responsabilizada pelos danos sofridos pelo consumidor, especialmente quando há falha na prestação do serviço ou ausência de mecanismos adequados de segurança.

Neste artigo, explicamos quando o banco pode ser responsabilizado e quais medidas devem ser adotadas após um golpe.

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Após o falecimento de um familiar, uma das primeiras dúvidas dos herdeiros é: inventário judicial ou extrajudicial, qual é a melhor opção? A resposta depende das características de cada caso, como a existência de acordo entre os herdeiros, a presença de menores de idade e a composição do patrimônio.

Neste artigo, você entenderá as principais diferenças entre essas modalidades de inventário e quando cada uma é aplicável

O que é o inventário?

O inventário é o procedimento utilizado para identificar os bens, direitos e dívidas deixados pela pessoa falecida, possibilitando a partilha do patrimônio entre os herdeiros.

Sem a realização do inventário, em regra, os bens não podem ser regularmente transferidos para seus sucessores.

O que é o inventário extrajudicial?

O inventário extrajudicial é realizado em cartório, por escritura pública, quando são atendidos os requisitos previstos na legislação.

Em geral, essa modalidade é mais rápida e menos burocrática, desde que exista consenso entre os herdeiros e sejam observadas as exigências legais.

O que é o inventário judicial?

O inventário judicial é realizado perante o Poder Judiciário.

Essa modalidade é necessária quando o caso exige intervenção judicial, como em situações previstas em lei ou quando há conflitos entre os herdeiros.

Também pode ser utilizada quando o inventário extrajudicial não é possível.

Quais são as principais diferenças?

Inventário extrajudicial

Inventário judicial

Qual é mais rápido?

Quando preenchidos os requisitos legais, o inventário extrajudicial costuma ser concluído em prazo menor do que o judicial.

Já o inventário judicial pode demandar mais tempo, especialmente quando existem conflitos familiares, necessidade de avaliação de bens ou outras questões processuais.

É obrigatório contratar um advogado?

Sim.

Tanto no inventário judicial quanto no extrajudicial, a participação de um advogado é exigida pela legislação.

O profissional orientará os herdeiros durante todo o procedimento e auxiliará na regularização da partilha.

Quando procurar orientação jurídica?

Se você perdeu um familiar e precisa regularizar a herança, é importante buscar orientação jurídica o quanto antes.

Cada patrimônio possui características próprias, e uma análise individual permite identificar a modalidade de inventário mais adequada.

Conclusão

Escolher entre inventário judicial ou extrajudicial depende das particularidades de cada família e do patrimônio deixado. Enquanto o inventário extrajudicial costuma ser mais ágil quando os requisitos legais são atendidos, o judicial é indicado para situações que exigem a atuação do Poder Judiciário.

Antes de iniciar o procedimento, procure um advogado especializado em Direito das Sucessões para avaliar o seu caso e conduzir o inventário com segurança jurídica.

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