Direito Internacional

É possível resolver processos no Brasil sem viajar?

Sim. Na maioria dos casos, brasileiros que moram no exterior podem resolver processos judiciais e questões jurídicas no Brasil sem precisar viajar.

Com o avanço da digitalização do Poder Judiciário, da assinatura eletrônica e das audiências por videoconferência, grande parte dos procedimentos pode ser realizada à distância, proporcionando praticidade, economia e segurança.

Neste artigo, você entenderá como funciona esse processo, quais tipos de demandas podem ser resolvidas remotamente e quando a presença física ainda pode ser necessária.

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Direito Internacional

Moro no exterior, mas ainda tenho bens no Brasil. Quando preciso de um advogado?

Muitos brasileiros que vivem na Europa, nos Estados Unidos ou em outros países acreditam que, ao deixar o Brasil, não precisarão mais lidar com questões jurídicas por aqui. No entanto, imóveis, contas bancárias, contratos e outros bens continuam sujeitos à legislação brasileira e, em diversas situações, exigem acompanhamento jurídico.

Se você possui um apartamento alugado, uma casa da família, um terreno ou qualquer outro patrimônio no Brasil, é importante saber que algumas providências não podem ser adiadas.

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Quais são os direitos de quem vive em união estável?
Direito de Família

Quais são os direitos de quem vive em união estável?

A união estável é uma forma de constituição de família reconhecida pela legislação brasileira e garante uma série de direitos e deveres aos companheiros.

Apesar disso, muitas pessoas ainda acreditam que apenas o casamento gera proteção jurídica. Essa ideia é equivocada. Dependendo da situação, quem vive em união estável pode ter direitos relacionados ao patrimônio, herança, pensão, alimentos e benefícios previdenciários.

Neste artigo, explicamos quais são os principais direitos de quem vive em união estável e por que a formalização da relação pode trazer mais segurança jurídica.

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Direito Internacional

Divórcio de brasileiros que moram no exterior: como funciona?

Morar no exterior não impede que brasileiros realizem o divórcio. Dependendo da situação do casal, é possível formalizar a separação sem a necessidade de viajar ao Brasil, utilizando procuração, assinatura eletrônica e representação por advogado.

Se você ou seu cônjuge residem fora do país, é importante entender qual legislação se aplica, onde o divórcio pode ser realizado e quais documentos serão necessários.

Neste artigo, explicamos como funciona o divórcio de brasileiros que moram no exterior e quais são as principais dúvidas sobre o tema.

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Após o falecimento de um familiar, uma das primeiras dúvidas dos herdeiros é: inventário judicial ou extrajudicial, qual é a melhor opção? A resposta depende das características de cada caso, como a existência de acordo entre os herdeiros, a presença de menores de idade e a composição do patrimônio.

Neste artigo, você entenderá as principais diferenças entre essas modalidades de inventário e quando cada uma é aplicável

O que é o inventário?

O inventário é o procedimento utilizado para identificar os bens, direitos e dívidas deixados pela pessoa falecida, possibilitando a partilha do patrimônio entre os herdeiros.

Sem a realização do inventário, em regra, os bens não podem ser regularmente transferidos para seus sucessores.

O que é o inventário extrajudicial?

O inventário extrajudicial é realizado em cartório, por escritura pública, quando são atendidos os requisitos previstos na legislação.

Em geral, essa modalidade é mais rápida e menos burocrática, desde que exista consenso entre os herdeiros e sejam observadas as exigências legais.

O que é o inventário judicial?

O inventário judicial é realizado perante o Poder Judiciário.

Essa modalidade é necessária quando o caso exige intervenção judicial, como em situações previstas em lei ou quando há conflitos entre os herdeiros.

Também pode ser utilizada quando o inventário extrajudicial não é possível.

Quais são as principais diferenças?

Inventário extrajudicial

Inventário judicial

Qual é mais rápido?

Quando preenchidos os requisitos legais, o inventário extrajudicial costuma ser concluído em prazo menor do que o judicial.

Já o inventário judicial pode demandar mais tempo, especialmente quando existem conflitos familiares, necessidade de avaliação de bens ou outras questões processuais.

É obrigatório contratar um advogado?

Sim.

Tanto no inventário judicial quanto no extrajudicial, a participação de um advogado é exigida pela legislação.

O profissional orientará os herdeiros durante todo o procedimento e auxiliará na regularização da partilha.

Quando procurar orientação jurídica?

Se você perdeu um familiar e precisa regularizar a herança, é importante buscar orientação jurídica o quanto antes.

Cada patrimônio possui características próprias, e uma análise individual permite identificar a modalidade de inventário mais adequada.

Conclusão

Escolher entre inventário judicial ou extrajudicial depende das particularidades de cada família e do patrimônio deixado. Enquanto o inventário extrajudicial costuma ser mais ágil quando os requisitos legais são atendidos, o judicial é indicado para situações que exigem a atuação do Poder Judiciário.

Antes de iniciar o procedimento, procure um advogado especializado em Direito das Sucessões para avaliar o seu caso e conduzir o inventário com segurança jurídica.

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